Os Desigrejados

Share Post:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no email

Os Desigrejados

Por AUGUSTUS NICODEMUS

Para mim resta pouca dúvida de que a igreja institucional e organizada está hoje no centro de acirradas discussões em praticamente todos os quartéis da cristandade, e mesmo fora dela. O surgimento de milhares de denominações evangélicas, o poderio apostólico de igrejas neopentecostais, a institucionalização e secularização das denominações históricas, a profissionalização do ministério pastoral, a busca de diplomas teológicos reconhecidos pelo estado, a variedade infindável de métodos de crescimento de igrejas, de sucesso pastoral, os escândalos ocorridos nas igrejas, a falta de crescimento das igrejas tradicionais, o fracasso das igrejas emergentes – tudo isto tem levado muitos a se desencantarem com a igreja institucional e organizada.

Alguns simplesmente abandonaram a igreja e a fé. Mas, outros, querem abandonar apenas a igreja e manter a fé. Querem ser cristãos, mas sem a igreja. Muitos destes estão apenas decepcionados com a igreja institucional e tentam continuar a ser cristãos sem pertencer ou frequentar nenhuma. Todavia, existem aqueles que, além de não mais frequentarem a igreja, tomaram esta bandeira e passaram a defender abertamente o fracasso total da igreja organizada, a necessidade de um cristianismo sem igreja e a necessidade de sairmos da igreja para podermos encontrar Deus. Estas idéias vêm sendo veiculadas através de livros, palestras e da mídia. Viraram um movimento que cresce a cada dia. São os desigrejados.

Muitos livros recentes têm defendido a desigrejação do cristianismo (*). Em linhas gerais, os desigrejados defendem os seguintes pontos.

1) Cristo não deixou qualquer forma de igreja organizada e institucional.

2) Já nos primeiros séculos os cristãos se afastaram dos ensinos de Jesus, organizando-se como uma instituição, a Igreja, criando estruturas, inventando ofícios para substituir os carismas, elaborando hierarquias para proteger e defender a própria instituição, e de tal maneira se organizaram que acabaram deixando Deus de fora. Com a influência da filosofia grega na teologia e a oficialização do cristianismo por Constantino, a igreja corrompeu-se completamente.

3) Apesar da Reforma ter se levantado contra esta corrupção, os protestantes e evangélicos acabaram caindo nos mesmíssimos erros, ao criarem denominações organizadas, sistemas interligados de hierarquia e processos de manutenção do sistema, como a disciplina e a exclusão dos dissidentes, e ao elaborarem confissões de fé, catecismos e declarações de fé, que engessaram a mensagem de Jesus e impediram o livre pensamento teológico.

4) A igreja verdadeira não tem templos, cultos regulares aos domingos, tesouraria, hierarquia, ofícios, ofertas, dízimos, clero oficial, confissões de fé, rol de membros, propriedades, escolas, seminários.

5) De acordo com Jesus, onde estiverem dois ou três que crêem nele, ali está a igreja, pois Cristo está com eles, conforme prometeu em Mateus 18. Assim, se dois ou três amigos cristãos se encontrarem no Frans Café numa sexta a noite para falar sobre as lições espirituais do filme O Livro de Eli, por exemplo, ali é a igreja, não sendo necessário absolutamente mais nada do tipo ir à igreja no domingo ou pertencer a uma igreja organizada.

6) A igreja, como organização humana, tem falhado e caído em muitos erros, pecados e escândalos, e prestado um desserviço ao Evangelho. Precisamos sair dela para podermos encontrar a Deus.

Eu concordo com vários dos pontos defendidos pelos desigrejados. Infelizmente, eles estão certos quanto ao fato de que muitos evangélicos confundem a igreja organizada com a igreja de Cristo e têm lutado com unhas e dentes para defender sua denominação e sua igreja, mesmo quando estas não representam genuinamente os valores da Igreja de Cristo. Concordo também que a igreja de Cristo não precisa de templos construídos e nem de todo o aparato necessário para sua manutenção. Ela, na verdade, subsistiu de forma vigorosa nos quatro primeiros séculos se reunindo em casas, cavernas, vales, campos, e até cemitérios. Os templos cristãos só foram erigidos após a oficialização do Cristianismo por Constantino, no séc. IV.

Os desigrejados estão certos ao criticar os sistemas de defesa criados para perpetuar as estruturas e a hierarquia das igrejas organizadas, esquecendo-se das pessoas e dando prioridade à organização. Concordo com eles que não podemos identificar a igreja com cultos organizados, programações sem fim durante a semana, cargos e funções como superintendente de Escola Dominical, organizações internas como uniões de moços, adolescentes, senhoras e homens, e métodos como células, encontros de casais e de jovens, e por ai vai. E também estou de acordo com a constatação de que a igreja institucional tem cometido muitos erros no decorrer de sua longa história.

Dito isto, pergunto se ainda assim está correto abandonarmos a igreja institucional e seguirmos um cristianismo em vôo solo. Pergunto ainda se os desigrejados não estão jogando fora o bebê junto com a água suja da banheira. Ao final, parece que a revolta deles não é somente contra a institucionalização da igreja, mas contra qualquer coisa que imponha limites ou restrições à sua maneira de pensar e de agir. Fico com a impressão que eles querem se livrar da igreja para poderem ser cristãos do jeito que entendem, acreditarem no que quiserem – sendo livres pensadores sem conclusões ou convicções definidas – fazerem o que quiserem, para poderem experimentar de tudo na vida sem receio de penalizações e correções. Esse tipo de atitude anti-instituição, antidisciplina, anti-regras, anti-autoridade, antilimites de todo tipo se encaixa perfeitamente na mentalidade secular e revolucionária de nosso tempo, que entra nas igrejas travestida de cristianismo.

É verdade que Jesus não deixou uma igreja institucionalizada aqui neste mundo. Todavia, ele disse algumas coisas sobre a igreja que levaram seus discípulos a se organizarem em comunidades ainda no período apostólico e muito antes de Constantino.

1) Jesus disse aos discípulos que sua igreja seria edificada sobre a declaração de Pedro, que ele era o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mt 16.15-19). A igreja foi fundada sobre esta pedra, que é a verdade sobre a pessoa de Jesus (cf. 1Pd 2.4-8). O que se desviar desta verdade – a divindade e exclusividade da pessoa de Cristo – não é igreja cristã. Não admira que os apóstolos estivessem prontos a rejeitar os livre-pensadores de sua época, que queriam dar uma outra interpretação à pessoa e obra de Cristo diferente daquela que eles receberam do próprio Cristo. As igrejas foram instruídas pelos apóstolos a rejeitar os livre-pensadores como os gnósticos e judaizantes, e libertinos desobedientes, como os seguidores de Balaão e os nicolaítas (cf. 2Jo 10; Rm 16.17; 1Co 5.11; 2Ts 3.6; 3.14; Tt 3.10; Jd 4; Ap 2.14; 2.6,15). Fica praticamente impossível nos mantermos sobre a rocha, Cristo, e sobre a tradição dos apóstolos registrada nas Escrituras, sem sermos igreja, onde somos ensinados, corrigidos, admoestados, advertidos, confirmados, e onde os que se desviam da verdade apostólica são rejeitados.

2) A declaração de Jesus acima, que a sua igreja se ergue sobre a confissão acerca de sua Pessoa, nos mostra a ligação estreita, orgânica e indissolúvel entre ele e sua igreja. Em outro lugar, ele ilustrou esta relação com a figura da videira e seus galhos (João 15). Esta união foi muito bem compreendida pelos seus discípulos, que a compararam à relação entre a cabeça e o corpo (Ef 1.22-23), a relação marido e mulher (Ef 5.22-33) e entre o edifício e a pedra sobre o qual ele se assenta (1Pd 2.4-8). Os desigrejados querem Cristo, mas não querem sua igreja. Querem o noivo, mas rejeitam sua noiva. Mas, aquilo que Deus ajuntou, não o separe o homem. Não podemos ter um sem o outro.

3) Jesus instituiu também o que chamamos de processo disciplinar, quando ensinou aos seus discípulos de que maneira deveriam proceder no caso de um irmão que caiu em pecado (Mt 18.15-20). Após repetidas advertências em particular, o irmão faltoso, porém endurecido, deveria ser excluído da “igreja” – pois é, Jesus usou o termo – e não deveria mais ser tratado como parte dela (Mt 18.17). Os apóstolos entenderam isto muito bem, pois encontramos em suas cartas dezenas de advertências às igrejas que eles organizaram para que se afastassem e excluíssem os que não quisessem se arrepender dos seus pecados e que não andassem de acordo com a verdade apostólica. Um bom exemplo disto é a exclusão do “irmão” imoral da igreja de Corinto (1Co 5). Não entendo como isto pode ser feito numa fraternidade informal e livre que se reúne para bebericar café nas sextas à noite e discutir assuntos culturais, onde não existe a consciência de pertencemos a um corpo que se guia conforme as regras estabelecidas por Cristo.

4) Jesus determinou que seus seguidores fizessem discípulos em todo o mundo, e que os batizassem e ensinassem a eles tudo o que ele havia mandado (Mt 28.19-20). Os discípulos entenderam isto muito bem. Eles organizaram os convertidos em igrejas, os quais eram batizados e instruídos no ensino apostólico. Eles estabeleceram líderes espirituais sobre estas igrejas, que eram responsáveis por instruir os convertidos, advertir os faltosos e cuidar dos necessitados (At 6.1-6; At 14.23). Definiram claramente o perfil destes líderes e suas funções, que iam desde o governo espiritual das comunidades até a oração pelos enfermos (1Tm 31-13; Tt 1.5-9; Tg 5.14).

5) Não demorou também para que os cristãos apostólicos elaborassem as primeiras declarações ou confissões de fé que encontramos (cf. Rm 10.9; 1Jo 4.15; At 8.36-37; Fp 2.5-11; etc.), que serviam de base para a catequese e instrução dos novos convertidos, e para examinarem e rejeitarem os falsos mestres. Veja, por exemplo, João usando uma destas declarações para repelir livre-pensadores gnósticos das igrejas da Ásia (2Jo 7-10; 1Jo 4.1-3). Ainda no período apostólico já encontramos sinais de que as igrejas haviam se organizado e estruturado, tendo presbíteros, diáconos, mestres e guias, uma ordem de viúvas e ainda presbitérios (1Tm 3.1; 5.17,19; Tt 1.5; Fp 1.1; 1Tm 3.8,12; 1Tm 5.9; 1Tm 4.14). O exemplo mais antigo que temos desta organização é a reunião dos apóstolos e presbíteros em Jerusalém para tratar de um caso de doutrina – a inclusão dos gentios na igreja e as condições para que houvesse comunhão com os judeus convertidos (At 15.1-6). A decisão deste que ficou conhecido como o “concílio de Jerusalém” foi levada para ser obedecida nas demais igrejas (At 16.4), mostrando que havia desde cedo uma rede hierárquica entre as igrejas apostólicas, poucos anos depois de Pentecostes e muitos anos antes de Constantino.

6) Jesus também mandou que seus discípulos se reunissem regularmente para comer o pão e beber o vinho em memória dele (Lc 22.14-20). Os apóstolos seguiram a ordem, e reuniam-se regularmente para celebrar a Ceia (At 2.42; 20.7; 1Co 10.16). Todavia, dada à natureza da Ceia, cedo introduziram normas para a participação nela, como fica evidente no caso da igreja de Corinto (1Co 11.23-34). Não sei direito como os desigrejados celebram a Ceia, mas deve ser difícil fazer isto sem que estejamos na companhia de irmãos que partilham da mesma fé e que crêem a mesma coisa sobre o Senhor.

É curioso que a passagem predileta dos desigrejados – “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18.20) – foi proferida por Jesus no contexto da igreja organizada. Estes dois ou três que ele menciona são os dois ou três que vão tentar ganhar o irmão faltoso e reconduzi-lo à comunhão da igreja (Mt 18.16). Ou seja, são os dois ou três que estão agindo para preservar a pureza da igreja como corpo, e não dois ou três que se separam dos demais e resolvem fazer sua própria igrejinha informal ou seguir carreira solo como cristãos.

O meu ponto é este: que muito antes do período pós-apostólico, da intrusão da filosofia grega na teologia da Igreja e do decreto de Constantino – os três marcos que segundo os desigrejados são responsáveis pela corrupção da igreja institucional – a igreja de Cristo já estava organizada, com seus ofícios, hierarquia, sistema disciplinar, funcionamento regular, credos e confissões. A ponto de Paulo se referir a ela como “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15) e o autor de Hebreus repreender os que deixavam de se congregar com os demais cristãos (Hb 10.25). O livro de Atos faz diversas menções das “igrejas”, referindo-se a elas como corpos definidos e organizados nas cidades (cf. At 15.41; 16.5; veja também Rm 16.4,16; 1Co 7.17; 11.16; 14.33; 16.1; etc. – a relação é muito grande).

No final, fico com a impressão que os desigrejados, na verdade, não são contra a igreja organizada meramente porque desejam uma forma mais pura de Cristianismo, mais próxima da forma original – pois esta forma original já nasceu organizada e estruturada, nos Evangelhos e no restante do Novo Testamento. Acho que eles querem mesmo é liberdade para serem cristãos do jeito deles, acreditar no que quiserem e viver do jeito que acham correto, sem ter que prestar contas a ninguém. Pertencer a uma igreja organizada, especialmente àquelas que historicamente são confessionais e que têm autoridades constituídas, conselhos e concílios, significa submeter nossas idéias e nossa maneira de viver ao crivo do Evangelho, conforme entendido pelo Cristianismo histórico. Para muitos, isto é pedir demais.

Eu não tenho ilusões quanto ao estado atual da igreja. Ela é imperfeita e continuará assim enquanto eu for membro dela. A teologia Reformada não deixa dúvidas quanto ao estado de imperfeição, corrupção, falibilidade e miséria em que a igreja militante se encontra no presente, enquanto aguarda a vinda do Senhor Jesus, ocasião em que se tornará igreja triunfante. Ao mesmo tempo, ensina que não podemos ser cristãos sem ela. Que apesar de tudo, precisamos uns dos outros, precisamos da pregação da Palavra, da disciplina e dos sacramentos, da comunhão de irmãos e dos cultos regulares.

Cristianismo sem igreja é uma outra religião, a religião individualista dos livre-pensadores, eternamente em dúvida, incapazes de levar cativos seus pensamentos à obediência de Cristo.
——————————————————————————————

NOTA:
(*) Podemos mencionar entre eles: George Barna, Revolution (Revolução), 2005; William P. Young, The Shack: a novel (A Cabana: uma novela), 2007; Brian Sanders, Life After Church (Vida após a igreja), 2007; Jim Palmer, Divine Nobodies: shedding religion to find God (Joões-ninguém divinos: deixando a religião para encontrar a Deus), 2006; Martin Zener, How to Quit Church without Quitting God (Como deixar a Igreja sem deixar a Deus), 2002; Julia Duin, Quitting Church: why the faithful are fleeing and what to do about it (Deixando a Igreja: por que os fiéis estão saindo e o que fazer a respeito disto), 2008; Frank Viola, Pagan Christianity? Exploring the roots of our church practices (Cristianismo pagão? Explorando as raízes das nossas práticas na Igreja), 2007; Paulo Brabo, Bacia das Almas: Confissões de um ex-dependente de igreja (2009).

Stay Connected

More Updates

Corpo Docente

PROFESSORES RESIDENTES​

Professores Residentes

Cleyton Gadelha

Diretor Executivo

Formado em Teologia pelo STBB Seminário Teológico Batista Bíblico-NE
Pastor emérito da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

André Luiz Araújo

Deão de Alunos

Formado em Teologia pelo Seminário e Instituto Bíblico Maranata
Convalidação em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Diplomado pelo Instituto Bíblico Eduardo Lane (IBEL).
Pastor titular da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

Felipe Prestes

Formado em Teologia pelo SBC
Mestrando em Novo Testamento pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper/Mackenzie
Igreja Batista Luz do Mundo em Fortaleza-CE.
Professores Residentes

Francisco Macena

Bacharel em teologia pelo Seminário Teológico de Fortaleza (2007); Mestre (2017) em Teologia Sistemática, com concentração de estudos em teologia contemporânea, pelo Centro de Pós-graduação Andrew Jumper (CPAJ); atualmente é doutorando em ministério pelo CPAJ, com concentração de estudos na área de Aconselhamento Bíblico e antropologia bíblica. É ministro da IPB desde 2008 e serve como pastor da IP Cambeba desde 2009; também serve a denominação em áreas de ensino e comissões especiais de pesquisa teológica.
Professores Residentes

Jefferson Oliveira

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pós-graduando em Estudos Teológicos (Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper).
Bacharel em Direito
Igreja Batista
Professores Residentes

Ariel Tidre Ferreira

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pastor auxiliar da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

Aldenor Pacífico Neto

Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).
Formado em Teologia pela Escola Charles Spurgeon
Mestrando em Estudos Bíblico e Hermenêuticos pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.
Professores Residentes

Iranildo Medeiros

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pastor da Igreja Bíblica Monte Sião
Fortaleza-CE
Professores Residentes

Gerson Almeida

Engenheiro Civil com Mestrado pela PUC-RJ. Especialização em Estudos Teológicos EAD/Andrew Jumper/Mackenzie (cursando).
Igreja Batista.

PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Larissa Ferraro

COORDENADORA

Administradora de empresas com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Mestre em aconselhamento bíblico pelo Faith Seminary em Lafayette, Indiana nos EUA.
Conselheira bíblica certificada pela ABCB.
Membro do Biblical Counseling Coalition USA.
Trabalhou por 10 anos como conselheira secular e desde 2010 serve como conselheira bíblica.
Coordenadora do curso de aconselhamento bíblico da Escola Charles Spurgeon.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Fernando Sousa

Vice-Presidente, professor e conselheiro da ABCB – Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos. Membro da equipe pastoral da Igreja Batista de Tupã – SP. Mestre em Psicologia Educacional, Especialista em Psicologia Pastoral, Licenciado em Filosofia e Pedagogia. Graduado em Teologia.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Sacha Mendes

Alexandre Mendes, também conhecido como “Sacha”, é um dos pastores da Igreja Batista Maranata em São José dos Campos, SP. Sacha é bacharel em economia pela Universidade São Paulo, bacharel em teologia com ênfase em ministério pastoral pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida, mestre em Aconselhamento Bíblico – M.A. – pelo The Master’s College (Santa Clarita, CA, EUA), mestre em divindade – M. Div. – pelo Faith Bible Seminary (Lafayette, IN, EUA) e doutorando em ministério com ênfase em exposição bíblica – D. Min. – pelo Southeastern Baptist Theological Seminary (Wake Forest, NC, EUA). É co-autor dos livros “O namoro e o noivado que Deus sempre quis” (2013) e “Perguntas e respostas sobre o namoro e noivado que Deus sempre quis” (2015), ambos pela editora Hagnos. Sacha atua como diretor para visão e expansão da Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos (ABCB) e membro do conselho diretor da Biblical Counseling Coalition (BCC).
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Wallace Juliare

Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida (1996) e pela Faculdade Sul Americana (2010). Mestre em Ministérios Eletivos pelo SBPV (2008). Mestrando em Aconselhamento Bíblico pelo Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP). Professor na área de Teologia Bíblica e Exegese do Novo Testamento; e nas áreas de Vida Cristã e Família, no programa de Graduação do CETEVAP. Professor na área de Aconselhamento Bíblico no programa de Pós Graduação da SEBI. Pastor no Templo Batista Biblico.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Randal Richner

BA Cedarville University, MA Grand Rapids Baptist Seminary, MA em Aconselhamento Biblico Faith Bible Seminary, 4 anos como pastor auxiliar de Washington Baptist Church, Indiana (92-95), Missionario ABWE International (1996 – presente) – pastor e missionario em Ivoti, RS Brasil – casado com Cintia (1992) – 3 filhos – Ariana, Joel, Jason.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Eugênio César Castilho

Formação em Psicologia (UMC);
Bacharel em Teologia (STG); Mestrando em Aconselhamento Biblico (CETEVAP/SEBI);
Treinamento em Aconselhamento Bíblico (NUTRA);
Treinamento em Aconselhamento Cristão (FLAM).
Professor nos cursos de Aconselhamento Biblico NUTRA(SP e RJ);
CAB Atibáia.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Carlos Bacoccina

Professor da ABCB. Formado em Teologia pelo Seminário Batista Logos. Pastor da Igreja Batista Regular em Jd. Tremembé – São Paulo.
Professor do Seminário Batista Logos. Capelão e educador do Colégio Betel Brasileiro.
Fundador e Conselheiro do CAD (clinica de Aconselhamento e Discipulado).
Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Jenuan Lira

Pastor da Igreja Bíblica Batista do Planalto, Diretor da Missão Maranata;
Bacharel em Teologia pelo Seminário Batista do Cariri;
Licenciado em Letras pela UECE;
Mestrando em Aconselhamento Bíblico pela Master’s University.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Timothy Blazer

Missionário da ABWE. Pastor da Igreja Bíblica Batista do Eusébio. Bacharel em Educação Religiosa pela Cornerstone University – Grand Rapids, MI. Mestre em Ministério Pastoral pelo Grand Rapids Theological Seminary – Grand Rapids, MI.

PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Tiago Abdalla

Mestrado em Teologia e Exposição do A.T no Seminário Bíblico Palavra da Vida
Estudou Master of Arts in Biblical Studies no Seminário Teológico Servo de Cristo
Bacharel em Teologia na Faculdade Teológica Sul Americana
Bacharel no Seminário Bíblico Palavra da Vida
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Antonio Neto

Formado em Teologia pelo SBC
Mestrando em Teologia Sistemática
Pastor Batista
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Wilson Porte Jr

Formado em Teologia pelo Seminário Palavra da Vida. Mestre em Teologia-Histórica pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper – Universidade Mackenzie. Professor no Seminário Martin Bucer e também pastor da Igreja Batista.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Leandro Pasquini

Bacharel em Teologia com ênfase pastoral e Educação Cristã (SBPV)
Mestrando em Teologia Histórica (Centro de Pós-Graduaçã Andrew Jumper)
Especialização pastoral (Capitol Hill Baptist Church)
Fundador e professor do curso “Imersão na Palavra”
Bacharel em Publicidade e Propaganda (PUC Campinas / ULBRA Canoas)
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Marcos Granconato

Professor do Seminário Palavra da Vida de Atibaia-SP por mais de 20 anos. Mestre em Teologia Histórica pelo Andrew Jumper/ Universidade Mackenzie. Autor de: “A Essência do Evangelho de Paulo” (Comentário de Gálatas), “Eles falaram sobre o inferno”, “A Prática da Igreja de Deus”. Pastor da Igreja Batista e Bacharel em Direito.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Franklin Ferreira

Formado em Teologia pela Universidade Mackenzie e Mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul. É diretor e professor do Seminário Martin Bucer, é consultor acadêmico de Edições Vida Nova. Autor de: A Igreja Cristã na História, O Credo dos Apóstolos e Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética (este em coautoria com Alan Myatt), publicados por Edições Vida Nova.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Jonas Madureira

Jonas Madureira é Formado em Teologia pelo Seminário Betel Brasileiro e pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Bacharel e Mestre em Filosofia pela PUC-SP e Doutor em filosofia pela USP e pela Universidade de Colônia, Alemanha. É editor de Edições Vida Nova. Leciona teologia sistemática, apologética e exposição bíblica do AT e do NT no Seminário Martin Bucer.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Gaspar de Souza

Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Formado em Teologia pelo SPN, onde atua como professor nas áreas de Teologia Exegética e Apologética. O Prof. Gaspar também é Mestrando pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper nas áreas de Teologia do Antigo Testamento e Teologia Filosófica.
(Professor Visitante).
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Dr. Jean Marques Regina

Advogado desde 2004, professor, escritor e ensaísta. Graduado pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2004). Membro da OAB/RS, inscrito sob o n. 59.445, membro da OAB/SP, inscrito sob o n. 370.335. Pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, em parceria com a Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos) (2017). Pós-graduado em Teologia e Bíblia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Professor em diversos cursos de Direito Religioso. 2º. Vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião – IBDR. Coordenador do corpo de juristas das Igrejas Históricas Protestantes Brasileiras para estudos de Direito Eclesiástico. Colunista da Gazeta do Povo – coluna “Crônicas de um Estado Laico”. Colunista dos blogs “Voltemos ao Evangelho” e “Gospel Prime”. Articulista na Revista de Teologia Brasileira / Vida Nova, Burke Instituto Conservador e Mensageiro Luterano. Advogado aliado da Alliance Defending Freedom (EUA), maior entidade de advogados cristãos do mundo, Fellow Alumnus da Acton Institute (EUA). Co-autor da obra: Direito Religioso: questões práticas e teóricas e de outras obras em coletâneas.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Dr. Thiago Rafael Vieira

Advogado desde 2004, professor, escritor e ensaísta. Graduado pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2004). Membro da OAB/RS, inscrito sob o n.º 58.257 (2004), membro da OAB/SC inscrito sob o n.º 38.669-A e membro da OAB/PR inscrito sob o n.º 71.141, especialista em Direito do Estado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2005). Pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, em parceria com a Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos) (2017). Pós-graduado em Teologia e Bíblia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Professor visitante da ULBRA e em diversos cursos de Direito Religioso. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião – IBDR. Colunista da Gazeta do Povo – coluna “Crônicas de um Estado Laico”. Colunista dos blogs “Voltemos ao Evangelho” e “Gospel Prime”. Articulista na Revista de Teologia Brasileira / Vida Nova, Burke Instituto Conservador, Mensageiro Luterano e Instituto Liberal. Vice-presidente do Instituto Cultural e Artístico Filadélfia – ICAF e atualmente é Conselheiro Fiscal da Igreja Batista Filadélfia de Canoas/RS. Co-autor da obra: Direito Religioso: questões práticas e teóricas e de outras obras em coletâneas.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Filipe Santos

Graduado em Direito (UCAM) e Teologia (SBPV), mestre em Teologia Histórica (Andrew Jumper/Mackenzie) e Exposição Bíblica (DTS), concluindo doutorado em Estudos Bíblicos pela Universidade Livre de Amsterdam. Serviu como missionário na Hungria e na Coréia do Sul durante oito anos. Atualmente vive em Atibaia, SP, onde trabalha desde 2020 como professor e coordenador dos programas de mestrado e pós-graduação do Seminário Bíblico Palavra da Vida.

COORDENAÇÃO

COORDENAÇÃO

Hélio Sales

Coordenador do Dpto. Online

Graduando-se em Teologia pela Escola Charles Spurgeon.
Formado em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Fortaleza.
Coordenador do Dpto. Online da ECS
COORDENAÇÃO

Cláudia Carioca

Coordenadora Pedagógica

Doutora em Linguística e Graduada em Letras pela Universidade Federal do Ceará.
Pós-Doutorado em Linguística.
Igreja Batista.
COORDENAÇÃO

Suely Coelho

Coordenadora Geral

Graduada em Filosofia.
Igreja Batista

CONSELHO

Cleyton Gadelha

André Luiz Araújo

Ariel Tidre Ferreira

Paulo Sérgio Cruz

Marcus Peter Dimarães

Renir Campos

Raquel Gadelha da Paixão