Quem Deus ouviu primeiro?

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Quem Deus ouviu primeiro?

Por Notícias

Eros Pasquini Contesta Texto de Ricardo Gondim Sobre a Soberania de Deus

(Texto de Ricardo Gondim Sobre O Tsunami na Ásia)

No domingo, 26 de dezembro, cantamos Noite Feliz, Noite de Paz. A igreja lotada com cerca de duas mil pessoas, se comovia com o coral de homens e mulheres sorridentes, vestidos de batas prateadas. Celebramos uma autêntica noite de paz. Um holofote de luz azulada se refletia nas roupas colorindo todo o ambiente de uma penumbra bucólica. Apesar do verão em nosso hemisfério, um frio tímido e gostoso nos envolvia, dando a falsa impressão de um natal europeu. Em pé, cantamos que Deus é supremo e afirmamos, de olhos úmidos, que não há outro além do Senhor.

Naquele mesmo momento, na Ásia, os primeiros raios da madrugada da segunda-feira, dia 27, iluminavam o rosto inchado de crianças boiando em charcos de lama. O domingo terminara sem nenhum coral perfilado e sem cultos em nenhuma igreja. Só ressoavam gritos de mulheres, milhares delas, que mesmo acostumadas à miséria, nunca aprenderam a aceitar a morte. Na Índia, Sri Lanka, Tailândia, Indonésia, não houve noite de paz e ninguém “dormiu em derredor”.

Deus ouvia quem? Nosso culto intimista ou o caos asiático? Ele conseguia se manter atento à nossa gratidão pela mesa farta que devoramos dois dias antes, ou se curvava ao clamor dos órfãos do tsunami? Deus percebeu nossos olhos comovidos pelo presépio improvisado por nossos filhos ou atentava ao choro da viúva solitária?

Será que o Senhor considerou ridículo o sermão do pastor que naquele momento prometia, um ano novo de prosperidade e que o Todo Poderoso cumpriria os desejos de um auditório egocêntrico? Será que Deus pode ser tão perfeito que consiga separar tão perfeitamente momentos simultâneos?

Não consigo dormir faz três dias. Permaneço em estado de choque pelo que vi. Não esqueço aquela cena das pessoas num ponto de ônibus, agarradas umas às outras, gritando desesperadas por um socorro que não veio. Chorei quando a televisão mostrou o desespero de um pai desmaiado por haver presenciado o resgate do corpo de seu filho de um monturo de lixo. Não me considero um exemplo de sensibilidade, e nem minha empatia pela sorte dos desvalidos serve de modelo para a humanidade. Se eu que sou mau, não consigo continuar impassível diante de cenas tão chocantes, Deus conseguiria?

Admito que esses meus questionamentos não ajudam a dar respostas sobre uma teodicéia convincente. Sei o que os filósofos e teólogos perguntam: “Se Deus é onipotente e bom, como pôde acontecer tamanha tragédia? Se Ele é onipotente e nada fez, resta-nos pensar que não é bom. Se é bom e não tomou nenhuma iniciativa, temos que deduzir que não é onipotente”.

Alguns respondem que na sua providência eterna, Ele sabe o que faz e que seus “atos divinos” não podem ser argüidos por nós, meros vasos de desonra; Deus dá vida e mata quem quiser. Confesso que já tentei, mas cheguei à conclusão que não há nenhuma força persuasiva no universo que me convença desses argumentos.

Não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima.

Outros argumentam que Deus não pode ser responsabilizado por um holocausto, pelos simples fato de que não foi Ele quem colocou as pessoas pobres naquela situação de extrema miséria. Esses afirmam que embora Deus já soubesse todos os desdobramentos do terremoto, não fez nada, porque queria manifestar sua glória a um mundo rebelde. Será que a glória de Deus custa tão caro? Meu coração continua insatisfeito.

Acredito que diante duma tragédia dessa magnitude precisamos repensar alguns conceitos teológicos. Por exemplo: o que significa a palavra Soberania; o que se entende por Onipotência? Conceitos como esses significam o quê dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas? Será que não estamos insistindo em ler as Escrituras com as mesmas lentes dos medievais? Não projetamos para a Divindade as mesmas idéias que eles nutriam sobre seus reis déspotas?

Estou convencido que a teologia clássica não responde mais às indagações que nascem diante de eventos fortuitos que matam indiscriminadamente; sequer consegue lidar com a aleatoriedade quântica ou com os movimentos despropositais da natureza. Sinto que a mensagem evangélica utilitária e geradora de sentimentos ensimesmados, perdeu seu sentido, mesmo tendo dominado o cristianismo ocidental por séculos.

Admito que não há respostas fáceis. Eu não saberia como consolar os parentes das mais de sessenta mil pessoas mortas – um terço eram crianças. Porém, estou certo que precisamos rever os alicerces em que montávamos nosso edifício teológico.

Hoje sei que Deus não nos criou com o intuito de micro gerenciar todos os nossos atos. Ele não queria que formássemos sistemas religiosos em que O responsabilizaríamos por triunfos e tragédias humanas. Precisamos tomar cuidado quando afirmamos: Deus é amor! O que essa frase significa em relação à Sua ausência misteriosa? Quais as últimas implicações do Seu desejo de se relacionar com a humanidade? A não-onipotência de Jesus Cristo é semelhante à não-onipotência de Jeová?

Só uma réstia da revelação brilha em minha alma: o Deus da Bíblia soberanamente criou o universo, mas ao formar mulheres e homens, abriu mão de sua Soberania para estabelecer relacionamentos verdadeiros. Ele não se despojou de sua natureza onipotente, que por definição não podia fazer, mas se esvaziou de suas prerrogativas divinas – evidenciadas em Jesus Cristo.

Não, Ele não pôde evitar a catástrofe asiática. Assim, sinto que a morte de milhares de pessoas, machucou infinitamente mais o coração de Deus do que o meu – o sofrimento é proporcional ao amor. O pouco que conheço sobre Deus e sobre seu caráter me indica que há muitas lágrimas no céu.

Mas Deus podia e pode se fazer presente no meio da tragédia. Ele podia ter evitado muitas mortes, se déssemos ouvidos aos seus princípios e verdades e a humanidade usasse o dinheiro gasto em armas e bombas para viver num mundo mais justo. Bastava que um sistema de alarme, construído pelos homens, tivesse soado e muitas vidas teriam sido poupadas. Agora, o rosto de Deus se evidenciará nos pés e nas mãos de cada voluntário que acudir aos que choram.

Continuo perplexo diante de tudo o que nos sobreveio e sem todas repostas, mas espero que minhas intuições estejam me conduzindo no rumo certo.

Soli Deo Gloria

Eros Pasquine Contesta Ricardo Gondim:

Gondim me assusta! Em lugar de ser um “ministro da reconciliação”, num momento crítico da humanidade, ele se constitui num “ministro da tragédia”, alguém que, em lugar de aproveitar a oportunidade para firmar nossa convicção no Deus da Bíblia, parece se fascinar em semear dúvida… como se Deus estivesse perdendo Sua soberania, Sua onipotência, onipresença, etc.!
Você gostaria de passar a eternidade com o Deus que Gondim descreve? Eu não!!

“Deus não pode evitar a catástrofe asiática”…
“…o Deus da Bíblia soberanamente criou o universo, mas ao formar mulheres e homens, abriu mão de sua Soberania para estabelecer relacionamentos verdadeiros”…

Desde quando um Deus Soberano é um Deus a Quem nós possamos “entender”, “explicar Seus atos”, exceto naquilo que Ele mesmo se dignou, por graça e misericórdia, nos revelar através da Bíblia e de Jesus?

“Não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima”.

A Bíblia de Gondim deve estar desprovida de Romanos 9.13-24! …terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão… a Escritura diz ao faraó: “Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder, e para que o meu nome seja proclamado em toda terra”… Quem é você, ó homem, para questionar a Deus?

” Não aceito que Deus…”

Quem é você, ó Gondim, para questionar a Deus? Desde quando Deus nos deve satisfação do que faz? Não é o recado claro que Deus dá a Jó (38-41)? À luz das declarações de Gondim, como ficam versículos como Jó 42.2: Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado?

É claro que eu, também, como você e como Gondim, venho assistindo a tudo, perplexo, com lágrimas nos olhos, coração inquieto, inevitavelmente recorrendo à pergunta humana e natural “por quê?”, por vezes, principalmente pelos milhares que morreram sem Cristo, e pensando em tantos de nossos irmãos que perderam tudo que possuíam e também seus queridos (os irmãos que morreram, apesar do modo, estão com Cristo!) e estão lutando, em seus corações com conceitos como Soberania, Bondade, Amor de Deus, etc. Essa luta todos temos (os da Ásia, é claro, em grau além do que possamos imaginar). Mas Deus nos deu Sua Palavra – livros como Jó, situações como a de Oséias (ordenado por Deus a casar-se com uma mulher adúltera), como a de Ezequiel livro de inconfundível relatar da Soberania de Deus em ação, onde Deus tem a liberdade de condenar, estando igualmente livre para ser misericordioso, onde o profeta é informado pelo SENHOR que perderá a mulher e é proibido de chorar a perda (24.15-18) para poder comunicar uma mensagem clara de Deus ao povo impenitente… a Bíblia de Gondim não tem esses textos? Pior que tem…

“A não-onipotência de Jesus Cristo é semelhante à não-onipotência de Jeová?”

Quando Gondim solta uma pergunta assim, ele está revelando ignorância de um “pilar” da Cristologia – a unidade hipostática (união em uma única Pessoa, das naturezas humana e divina), querendo atribuir a Deus Pai uma humanidade que não possui, ou ele está querendo minar intencionalmente a confiança das pessoas no Deus que é:

Espírito, Vida, Perfeito,Único, Eterno, Santo, Transcendente, Auto-suficiente, Infinito, Imutável, Onipotente, Onipresente, Onisciente, Soberano, Fiel, Amor, Luz, Verdade, Bom, Sábio, Justo, Misericordioso, Gracioso, Irado (contra o pecado e os ímpios), Perdoador, Paciente, Reto…?

“Acredito que diante duma tragédia dessa magnitude precisamos repensar alguns conceitos teológicos…. como Soberania, Onipotência… dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas”.

Essa é MUITO inquietante! Gondim certamente já leu a respeito de uma tragédia ligeiramente maior, chamada Dilúvio, provocada por Deus para julgar a malignidade humana, ou ele acha que isso é mito? Quantos morreram naquela “tragédia”? Com certeza, mais que 155,000!

“Diante duma tragédia dessa magnitude”, ele diz, sugerindo, nas entrelinhas, que sofremos mais hoje em dia. Vejo isso como um egocentrismo simplório, como se o mundo jamais tivesse experimentado outras catástrofes: o que dizer do terremoto de Shansi, China, que em 1556 matou 830,000 pessoas? Da inundação de 1887 na mesma China, que ceifou a vida de 1 milhão de pessoas? Do ciclone que em 1997 matou 300,000 no Paquistão e Bangladesh?

Até quando vamos nos calar diante de líderes cuja cosmovisão passa primeiro pelo filtro da mente humana, interpretando a História com base no raciocínio, na observação, na experiência e na sabedoria humanos, fazendo das ciências sociais o parâmetro, forçando a Bíblia – a auto-revelação inerrante e suficiente do Deus Soberano, Criador e Sustentador dos céus e da terra e nosso Salvador/Senhor – a ter que se encaixar com o que o homem, no auge de sua arrogância, pensa? 1 Coríntios 1.18-2.5 trata disso!

” …espero que minhas intuições estejam me conduzindo no rumo certo”, diz Gondim. A Bíblia responde: O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença incurável. Quem é capaz de compreendê-lo? (Jr 17.9). Ouve quem quer!

Será que vamos assistir a esse “sutil (embora nem tanto)” ressurgimento pós-moderno da neo-ortodoxia (misturada com deísmo), calados? Infelizmente, há bastante gente em nossas igrejas que está lendo e ouvindo homens que têm esse tipo de convicção. Há líderes que estão preferindo dar ouvidos a discursos como esse a “mergulhar nas Escrituras” à busca de respostas… dá menos trabalho! Esse tipo de interpretação da História está brotando em muitos seminários outrora sérios para com a Palavra de Deus e está gerando “líderes” que têm esse discurso de um deus impotente, de um dualismo que mais parece um Luke Skywalker sendo cada dias mais vencido por Darth Vader.

Solução? Judas 3, caríssimos! precisamos batalhar pela fé de uma vez por todas confiada aos santos!

Estamos vivendo dias na igreja brasileira que se chama pelo nome de Jesus Cristo em que precisamos atentar, mais do que nunca, criteriosamente à exortação de Paulo: Pregue a Palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. (2 Tm 4.2-4).

Maranata!
Eros Pasquini

Réplica do Pr. Ricardo Gondim :

Eros,

Recebi, consternado e triste, sua reação ao meu texto. Não por sua discordância, já que nenhum de nós fala “ex-catedra” sobre qualquer assunto. Porém, não estou acostumado a tanta virulência. Aliás, a essa altura de minha vida o que menos quero é vivenciar hostilidades, de qualquer espécie. Para mim, seria mais importante tê-lo como meu irmão do que um parceiro que simpatiza com minha teologia.

Ficou bastante claro que não concordamos em vários posicionamentos teológicos, mas infelizmente, não há mais clima relacional para debatermos os nossos conteúdos. Minha percepção é que você não se preocupou comigo como um irmão, mas se apressou em me rotular e me tratar como herege, que, “no auge de sua arrogância”, semeia pensamentos vãos. Fico triste que no debate de idéias, para consolidar os pontos de vista, firamos as pessoas com frases do tipo: “Gondim me assusta”; “Ele se constitui num ‘ministro da tragédia’”, “Você gostaria de passar a eternidade com o Deus que Gondim descreve?”.

Lamento que minhas inquietações tenham gerado tanta indignação em sua alma. Não, não estou querendo “minar intencionalmente a confiança das pessoas no Deus que é”. Talvez, antes de fazer uma declaração dessas, com forte conteúdo de juízo, você devesse passar algum tempo comigo para saber por onde caminha meu coração, minhas lágrimas pessoais, minhas dúvidas.

Sabe Eros? Você está corretíssimo em sua teologia, quem sou eu para negar os textos citados? Continue um paladino da ortodoxia. Defenda a fé. Confesso que não sou tão inabalável; assim, me recolho com minhas dores, procurando, na comunidade onde pastoreio, transformar meu “egocentrismo simplório”, em expressões concretas de compaixão.

Ricardo Gondim

Eros Pasqnini (Tréplica):

Gondim,

Passei o dia fora, ontem, e só li seu e-mail há pouco.

Se a situação fosse inversa, eu também ficaria “consternado e triste”. Entretanto, sendo “profeta” como você também o é, a forma como você manifestou suas “lágrimas pessoais, por onde anda (seu) coração” – ou seja, publicamente – passou um recado claro: ele quer ser conhecido como quem pensa assim; e frases como “não há nenhuma força persuasiva no universo que me convença desses argumentos (que Deus age sem dar satisfação a nós)

… não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima… apontam para o fato de que você aparentemente já se fechou para o que a própria Bíblia diz a esse respeito… não são bem as minhas declarações que tem “forte conteúdo de juízo”…

Suas declarações falam por si só: Conceitos como esses (Soberania, Onipotência) significam o quê dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas? Você mudou de cosmovisão – abandonou sua confiança na suficiência das Escrituras para colocar os paradigmas das ciências sociais pós-modernas como parâmetro para se enxergar a Deus. E quando você acrescenta Será que não estamos insistindo em ler as Escrituras com as mesmas lentes dos medievais?, são minhas declarações que tem “forte conteúdo de juízo”, ou você não está dizendo que quem mantém sua confiança na literalidade da Palavra de Deus é retrógrado?

Se você tivesse, digamos, desafiado pessoas que vivem da Palavra, pregam a Palavra, para uma reflexão fechada, séria, de coração aberto – tipo criar um e-group só para isso – com o nome de todos citado no “Para, Cc”, eu veria isso com olhos de quem se lembra que, de vez em quando, minha cabeça também pira, e só a mulher com quem, pela graça de Deus, estou casado há quase 32 anos conhece boa parte dessas “minhas inquietações”… aí, alguns (poucos) amigos bem chegados conhecem uma parte menor dessas “minhas inquietações”… até que através da ajuda de um ou vários deles, ou de uma boa leitura de conteúdo bíblico, de uma pregação bíblica, ou através de meu próprio tempo na Palavra e oração… Deus se mostra novamente Soberano, Gracioso, Misericordioso, etc.

Aí as “minhas inquietações” provam ser fruto de um homem que, conhecedor da Palavra (como você, também, o é), conhecedor de tantas bênçãos (como você, também, o é), por um descuido, tirou os olhos de Jesus. Não foi a única vez que esse “tirar os olhos de Jesus” aconteceu, mas a que mais me marcou foi quando esbravejei com Deus (punho cerrado) quando soube que meu pai estava com câncer e tinha dias contados.

Não recomendo isso para ninguém, e sei que Deus não é glorificado quando temos esse tipo de atitude… mas Deus é tão gracioso e misericordioso que usou aquele momento (são passados 28 anos) para que a Soberania Dele deixasse de ser um conceito de sala de aula, guardado no intelecto, e passasse a ser “massa do meu sangue” – algo bem presente no meu coração. Deus me encheu de tanta paz e convicção que no culto de sepultamento do papai, meu texto foi: Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho? Pv 20.24.

Mas do jeito que você fez – publicamente – foi mais que “sua inquietação” … mesmo que não tenha sido sua intenção, acabou sendo “sua ‘pregação’ “! Gondim, você sabe que tem um público (grande) te ouvindo… certamente muitos que nunca passaram sequer por uma Escola Dominical, um grupo de estudo bíblico, etc. … lançar para esse tipo de público “suas inquietações”, você me deixou alguma outra alternativa?

Entretanto, acreditando na sinceridade* de suas declarações abaixo, dando-lhe, portanto, o benefício da dúvida, e isso aliado ao acima exposto, talvez eu tenha deixado de lado uma provável alternativa… ao dizer o que você disse, da forma que disse, e para quem disse… você agiu, espiritualmente falando, com irresponsabilidade (precipitação), em lugar de ter intenção errada. E se esse for o caso, o tempo dirá, e eu serei o primeiro a reconhecer que errei na minha análise…

Eros.

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Filipe Santos

Graduado em Direito (UCAM) e Teologia (SBPV), mestre em Teologia Histórica (Andrew Jumper/Mackenzie) e Exposição Bíblica (DTS), concluindo doutorado em Estudos Bíblicos pela Universidade Livre de Amsterdam. Serviu como missionário na Hungria e na Coréia do Sul durante oito anos. Atualmente vive em Atibaia, SP, onde trabalha desde 2020 como professor e coordenador dos programas de mestrado e pós-graduação do Seminário Bíblico Palavra da Vida.

COORDENAÇÃO

COORDENAÇÃO

Hélio Sales

Coordenador do Dpto. Online

Graduando-se em Teologia pela Escola Charles Spurgeon.
Formado em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Fortaleza.
Coordenador do Dpto. Online da ECS
COORDENAÇÃO

Cláudia Carioca

Coordenadora Pedagógica

Doutora em Linguística e Graduada em Letras pela Universidade Federal do Ceará.
Pós-Doutorado em Linguística.
Igreja Batista.
COORDENAÇÃO

Suely Coelho

Coordenadora Geral

Graduada em Filosofia.
Igreja Batista

CONSELHO

Cleyton Gadelha

André Luiz Araújo

Ariel Tidre Ferreira

Paulo Sérgio Cruz

Marcus Peter Dimarães

Renir Campos

Raquel Gadelha da Paixão